A militância enviadescente de Mc Linn da Quebrada

maxresdefault

Tia Pê anda rodopiante pela vida em um processo de reabastecimento, afinal, definitivamente, arte requer doses cavalares de respiro. Na verdade, não só a arte. Mas tô tipouan de transformar isso aqui numa terapia em grupo, pode ficar bem tranquilinho, caro pessegóide.
Em uma de minhas últimas paradas, num rolezão quicante cheio das montadas lacrantes, conheci a diva-ainda-conhecida-por-poucos Mc Linn da Quebrada. E Jesus, Maria, José, quis fia MARAVILHOOOSAAAA!

Enquanto a multidão se massarocava na pixta pra ralar o coo na chón, a gatínea foi lá, pegou o microfone e compeçou a cantar. Momentos de tensão, pensei, na minha inocência de achar que a ~intervenção~ pudesse afetar a diversão do galerê. Mas, minina, aquilo foi entretenimento na melhor abordagem que o termo pode ter.
No ritmo do funkão tipicamente brazuca, cantou sobre ser preta, pobre, bicha e transformar tudo isso num shake de poder para inspirar a todos. Militância não só cantada, mas pulsante, na pele.

Eis que hoje, depois de tirar a reméla dos óleos, fui dar uma pesquisada nas profundezas da internê pra conhecer um pouco mais a bunita, e descobri que ela acabou de lançar clipe. Não sei o que dizer além de DÁ ESSE PLAY LOGO CARALHA!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *