Vídeo-performance escancara pirâmide social pautada na cor de nossas peles

A semana já recomeçou, pelo menes aqui em Sumpaula, as tornêra dos céus deram uma trégua e, aparentebeit, não será dessa vez que iremos todas na viági de barca liderada por Noé e com shows de Robert Charles e Mariah Carey dilúvio afora, e eu cordei meio… nham… tentani vencer a parede dos ganhos, vitórias e rebuceteâncias. Sápi!? A coisa do ~vamaí né… mas pra onde que é mesmo? ah, por aqui. mas como é que faz mesmo?~ também conhecida em terras pessegais por reset de cérebra. E foi nessa momenta de devagarência que assisti o vídeo um vídeo chamado “Color of Reality”, da Alexa Meade – já falamas da bunita aqui ó – que veio na vuadêra bem no meio da minha fuça feat. vida.

Conhecida pelos suas pintâncias corporais que visam resgatar as verdadeiras cores daquilo que não se vê, no mais recentchy projétoan, Alexa se ajuntou com os performers Jon Boogz e Lil Buck numa pegada-do-bambolê que reverbera no cu das nossas almas como uma espécie de omenági aos homens e mulheres negros que perderam suas vidas com a brutalidade policial, bem como um convite para a mudança. *pose de Pê Guevara*

reality-alexapaintinglilbuck

~ogi vai ser uma make basiquienha, tsá!?~

No vídeo, duas figuras aparecem assintindo a notícia do assassinato de um adolescente negro e desarmado, morto pela polícia, e reagem dançani. Sim, dançani. Até porque nossos corpos levam tanta informação sobre nós mesmo que, minina, minha ciática travada que o diga.
Assim que saem, ragatangantes, do ambiente inicial que leva suas cores para o que costumamos chamar de mundão, realidádge, etecéteran; o contrastão dá um ~oy~, escancarando, em cores, um pouco como funciona esse tal mundo civilizado que escolhemos pra chamar de nosso. Se liga só:

 

 

 

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