Nidaa Badwan | A arte de 20 longos meses de ~ócio~

Não sei você, meu biju açucarado, mas a tia tem uma relação meio NHAAAM com a coisa do ócio. Essas digitâncias que eu vos faço, por exemple, não significam absolutamente nada para o dito *voz de marilia gabi gabriellen* MÚÓNDO CIVILIZADO E SUAS PECOLIARIDÁDS *desliga a voz do fia* porque, né, é ócio.
Donas de casa, fazederas de miçanga, pagliaços, artchistas num geral… bandivagabundo aos óleos do sauron sistêmico que tudo vê. Os fio do pixo então, hummmmm, melhor deixar pra outro dia essa assunta porque vai longe e tô tentani colocar a dislexia em modo excel.
É o quê? É de cair os coo da bunda.

Sabido que é preciso ter charme pra dançar bonito – alôah cumpadi wósh! as Sheila tão boa? – a artista palestina Nidaa Badwan se trancou em seu quarto no dia 19 de novembro de 2013 pra, como é que eu posso dizeeeeaah, ser quem ela veio pra ser nesse mundão: parte do bonde do dedo podre que nasceu artchista.

Perseguida por oficiais do Hamas, em Gaza, Badwan-a-badernayran só tentava conduzir sua oficina de artes pra creanças. O motivo? A coisa da rôpa inadequada e, arrisco dizer, que a fazelância de arte não era algo que ajudava muito a fia. Qualquer semelhança em suas devidas escalas com a nossa amada país, é mera coincidência do destiny chaiold *rysas da própria piada infame*

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Durante 20 meses trancada em seu quarto, Badwan trabalhou a sijogância na imaginação infinita, sem qualquer restrição de gavetinha cerebral acessada, afinal, passou a viver em sua própria caixa de pandóran – imagina, minina, viver a caralha do tempo todo só com a sua cabeça… eu hein, tenho meda.

O que antes era uma simples acomodação, o quarto da artista se transformou em uma tela dinâmica em que a imaginação lutou entre o respiro e o fardo – eike poétchica que eu tô! – com uma palheta de cores de pinturas barrocas que oscilam entre verde, laranja, vermelho, tons terrosos e preto; mas com críticas feitas de forma abstrata, porque néan, é preciso dar aquela ragtangadinha no passinho do amô na cara da sociedád.

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